PublishNews - 06/10/2010 - Redação
A Fundação Santillana, patrocinadora do prêmio Vivaleitura, já escolheu os 15 projetos finalistas desta edição da premiação - selecionados de um total de 1.829 inscritos (no ano anterior, foram 1.706).
Mais uma vez, o prêmio conquistou abrangência nacional, recebendo trabalhos de todos os estados brasileiros nas três categorias: Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias, Escolas públicas e privadas e Sociedade: empresas, ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições sociais.
Os três vencedores de cada uma das categorias serão conhecidos no dia 19 de novembro, em cerimônia em Brasília, e vão ganhar R$ 30 mil.
O Prêmio Vivaleitura tem como objetivo estimular, fomentar e reconhecer experiências relacionadas à leitura. O prêmio já está em sua quinta edição e tem duração inicial prevista para dez anos (2006-2016). É a maior premiação individual para o fomento à leitura no Brasil. Durante as quatro edições anteriores, cerca 8,5 mil projetos foram inscritos, 75 classificados como finalistas e 12 premiados.
Confira os finalistas
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Prêmio de Literatura Universidade FUMEC
Concursos e Prêmios Literários
Em sua segunda edição, o Prêmio de Literatura Universidade FUMEC visa distinguir obras inéditas, em Língua Portuguesa, na categoria Conto. As inscrições são gratuitas e estão abertas no período de 13 de setembro a 13 de novembro de 2010. Poderão se inscrever todos os estudantes regularmente matriculados no ensino médio e superior, ministrados por quaisquer instituições de ensino brasileiras. Regulamento.
Em sua segunda edição, o Prêmio de Literatura Universidade FUMEC visa distinguir obras inéditas, em Língua Portuguesa, na categoria Conto. As inscrições são gratuitas e estão abertas no período de 13 de setembro a 13 de novembro de 2010. Poderão se inscrever todos os estudantes regularmente matriculados no ensino médio e superior, ministrados por quaisquer instituições de ensino brasileiras. Regulamento.
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
E-books podem estimular mais crianças a ler, aponta estudo
FOLHA.com - 30/09/2010
O tempo que as crianças passam lendo livros por diversão diminui conforme elas utilizam celulares e outros aparelhos de tecnologia móvel, mas os e-books (livros digitais) podem trazê-las de volta à literatura, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira.
O estudo, conduzido pelo grupo de mídia e educação Scholastic e pela empresa de consultoria em pesquisa e marketing Harrison Group, também concluiu que os pais estão preocupados que o maior acesso à tecnologia pode limitar o tempo de leitura ou com a família.
Cerca de 40% dos pais acreditam que o tempo que as crianças permanecem online ou utilizando dispositivos móveis reduziria o período gasto com livros ou atividades físicas. Trinta e três por cento mostraram receio de que a tecnologia leve as crianças a passar menos tempo com a família.
Porém, o estudo também descobriu que a tecnologia pode na verdade estimular uma criança a ler. Das crianças pesquisadas, 57% disseram que ficariam interessadas em ler no e-book.
Cerca de um terço das crianças disseram que leriam mais livros por prazer caso os e-books estivessem a seu alcance. Mas 66% afirmaram que continuariam a ler livros impressos mesmo com uma maior disponibilidade do e-book.
Francie Alexander, vice-presidente acadêmica da Scholastic, afirmou em comunicado que os resultados do estudo mostram que os e-books podem ter um importante papel educacional.
"Se pudermos pegar um terço de todas as crianças, muitas delas leitoras forçadas, para que gastem mais tempo lendo por prazer nos e-books, esse tempo adicional gasto construindo fluência e vocabulário não só as ajudaria a se tornarem mais proficientes na leitura, mas também as auxiliaria a acompanhar textos mais complexos que elas encontrarão no ensino médio e na universidade", disse ela.
O tempo que as crianças passam lendo livros por diversão diminui conforme elas utilizam celulares e outros aparelhos de tecnologia móvel, mas os e-books (livros digitais) podem trazê-las de volta à literatura, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira.
O estudo, conduzido pelo grupo de mídia e educação Scholastic e pela empresa de consultoria em pesquisa e marketing Harrison Group, também concluiu que os pais estão preocupados que o maior acesso à tecnologia pode limitar o tempo de leitura ou com a família.
Cerca de 40% dos pais acreditam que o tempo que as crianças permanecem online ou utilizando dispositivos móveis reduziria o período gasto com livros ou atividades físicas. Trinta e três por cento mostraram receio de que a tecnologia leve as crianças a passar menos tempo com a família.
Porém, o estudo também descobriu que a tecnologia pode na verdade estimular uma criança a ler. Das crianças pesquisadas, 57% disseram que ficariam interessadas em ler no e-book.
Cerca de um terço das crianças disseram que leriam mais livros por prazer caso os e-books estivessem a seu alcance. Mas 66% afirmaram que continuariam a ler livros impressos mesmo com uma maior disponibilidade do e-book.
Francie Alexander, vice-presidente acadêmica da Scholastic, afirmou em comunicado que os resultados do estudo mostram que os e-books podem ter um importante papel educacional.
"Se pudermos pegar um terço de todas as crianças, muitas delas leitoras forçadas, para que gastem mais tempo lendo por prazer nos e-books, esse tempo adicional gasto construindo fluência e vocabulário não só as ajudaria a se tornarem mais proficientes na leitura, mas também as auxiliaria a acompanhar textos mais complexos que elas encontrarão no ensino médio e na universidade", disse ela.
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Fundo Nacional da Cultura
Boletim Livro e Leitura - Edição nº 225 - 27/09 a 03/10/2010
Fundo Nacional da CulturaO ministro da Cultura, Juca Ferreira, anunciou no último dia 22 um orçamento de R$ 300 milhões para o Fundo Nacional da Cultura (FNC), que deve ser compartilhado entre oito Fundos Setoriais ainda em 2010, entre eles o de Livro, Leitura, Literatura e Língua Portuguesa. Segundo o site do MinC, no mesmo dia foi realizada a primeira reunião dos Fundos Setoriais, quando se discutiu diretrizes e ações para cada setor. Cada um dos comitês é composto por 17 integrantes, sendo sete do MinC, sete da sociedade civil e mais três da sociedade civil - os chamados “de notório saber”. Entre os integrantes da comissão estão os escritores Affonso Romano Sant’Anna, Moacyr Scliar, e especialistas na área como Eliana Yunes, Adauto Novaes e José Castilho Marques Neto.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Prazo para didáticos termina em 4 de outubro
Boletim Livro e Leitura nº 224 - 20 a 26/09/2010
Termina em 4 de outubro o processo de escolha dos livros e coleções didáticos que serão distribuídos em 2011 para dois milhões de jovens e adultos matriculados em turmas de alfabetização e de mais de três milhões que cursam o ensino fundamental na modalidade jovens e adultos. Como lembra o site do Ministério da Cultura , a “escolha envolve as redes de 3.402 prefeituras, secretarias estaduais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia que aderiram ao Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos (PNLD EJA), em 2010”. A relação das obras está no Guia do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos do MEC.
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
Ribeirão Preto: Ponto de Leitura e Varal de Poesias são atrações no Parque Maurílio Biagi
Ponto de leitura para troca e doações de livros e Encontro com Escritores é uma das atrações no domingo; Varal da Poesia e academia ao ar livre é sucesso entre o público
Prefeitura de Ribeirão Preto - 21 de Setembro de 2010
No lugar de um varal de roupas, um “Varal de Poesias” extremamente sensível e cultural. Essa é uma das opções de quem visita o Parque Maurílio Biagi, aos domingos, logo às 9 horas. O local tem recebido grande público diariamente, desde a sua reabertura, especialmente nos finais de semana.
O Projeto Ponto de Leitura, do Instituto do Livro, que acontece todos os domingos, das 9h às 13h, é uma das referências de quem chega ao local.
Nos estandes, o público pode não apenas ler um livro, como também doar uma obra ou fazer a troca de livros de seu interesse, ou mesmo relembrar aquele livro de um autor famoso lido ainda infância, na adolescência, e que deixou recordações.
São mais de 3mil títulos de autores como Cervantes, Shakespeare, Machado de Assis, Fernando Sabino, Luís Fernando Veríssimo, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, autores locais como Luiz Puntel, clássicos da Literatura e infantis, entre tantos outros, que valem muito a pena ler ou reler.
O Varal de Poesias e os Contadores de História são outras formas de comunicação literária ao ar livre, embaixo das árvores, depois de uma manhã de exercícios físicos e de cuidados especiais com a saúde.
Varal de Poesia – O Varal de Poesia, para quem ainda não conhece é mais uma das ideias do Instituto do Livro para incentivar na população o hábito de ler e deixar poesias no local, como troca de experiências e sentimentos. Para o superintendente do Instituto do Livro, Edwaldo Arantes, ler uma poesia é encher a alma de esperança e de bons pensamentos e proporcionar ao leitor um momento de paz interior e de reflexão. “O Instituto do Livro está muito feliz com esse trabalho. Poder estar aqui trazendo essa qualidade de lazer a nossa população em meio à natureza nos faz acreditar que o ser humano, cada vez mais, necessita dessa estrutura para superar melhor os obstáculos do dia a dia”, enfatizou. A opinião de Edwaldo soma-se a dos freqüentadores do parque que estão satisfeitos com o Projeto que tem atraído quem passa por ali.
“Todo mundo que vem aqui deveria trazer uma poesia no bolso para colocar no varal. Eu mesma estive aqui na semana passada, levei uma poesia do varal embora, e hoje estou retornando para deixar uma poesia de Carlos Drummond de Andrade para que alguém a leve embora com muito carinho”, afirmou a pedagoga e dona de casa Elisete Passos Vieira, que imprimiu o poema “Canção Amiga”, de Drummond, para presentear algum visitante do Parque.
“O mundo precisa de poesia, e um trabalho como esse jamais pode passar despercebido”, afirmou a freqüentadora do parque, Eliana Cristina, que assiduamente está no local “Vamos fazer com que esse varal se torne tradicional a cada dia”, enfatizou ela “Perseverar por essa forma de comportamento é contribuir por um mundo melhor e mais humano”, completou.
Vale lembrar que este final de semana o público recebeu o carinho do escritor e trovador Nilton Manoel e o talento das contadoras de história Cassiana Freitas e Adriana Paim. “Meus filhos adoram vir aqui. Eles ficam à vontade, ouvem e interpretam as histórias e tiram suas conclusões do que ouviram”, admitiu a administradora de empresas Isis Soares, mãe de Bianca, de 8 anos, e David, de 6.“Todos os Parques em Ribeirão Preto deveriam ter esse projeto, mesmo os mais longe do Centro”, concluiu.
O Projeto do Instituto do Livro conta, todos os domingos, com o trabalho do superintendente Edwaldo Arantes, Rosangela Passeri, diretora administrativa; Ednéia Regina Souza Moraes, Naiara Maria Gomes Leite, Rayne Borges, Patrícia Souza Gomes, Ednéia Coutinho, Luciene Bidio, Victor de Carvalho. “Esse é um Ponto de Leitura e um ponto de encontro de todas as formas de manifestações culturais. Quero convidar a população para que esteja conosco neste projeto a Céu Aberto, que venha fazer exercícios e traga seus filhos para ouvir uma história, escolher um livro e levar um belo poema para a família que ficou em casa”, concluiu Edwaldo.
Outras novidades a serem implantadas: Café Filosófico com Escritores, Sarau Literário, entre outras.
Prefeitura de Ribeirão Preto - 21 de Setembro de 2010
No lugar de um varal de roupas, um “Varal de Poesias” extremamente sensível e cultural. Essa é uma das opções de quem visita o Parque Maurílio Biagi, aos domingos, logo às 9 horas. O local tem recebido grande público diariamente, desde a sua reabertura, especialmente nos finais de semana.
O Projeto Ponto de Leitura, do Instituto do Livro, que acontece todos os domingos, das 9h às 13h, é uma das referências de quem chega ao local.
Nos estandes, o público pode não apenas ler um livro, como também doar uma obra ou fazer a troca de livros de seu interesse, ou mesmo relembrar aquele livro de um autor famoso lido ainda infância, na adolescência, e que deixou recordações.
São mais de 3mil títulos de autores como Cervantes, Shakespeare, Machado de Assis, Fernando Sabino, Luís Fernando Veríssimo, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, autores locais como Luiz Puntel, clássicos da Literatura e infantis, entre tantos outros, que valem muito a pena ler ou reler.
O Varal de Poesias e os Contadores de História são outras formas de comunicação literária ao ar livre, embaixo das árvores, depois de uma manhã de exercícios físicos e de cuidados especiais com a saúde.
Varal de Poesia – O Varal de Poesia, para quem ainda não conhece é mais uma das ideias do Instituto do Livro para incentivar na população o hábito de ler e deixar poesias no local, como troca de experiências e sentimentos. Para o superintendente do Instituto do Livro, Edwaldo Arantes, ler uma poesia é encher a alma de esperança e de bons pensamentos e proporcionar ao leitor um momento de paz interior e de reflexão. “O Instituto do Livro está muito feliz com esse trabalho. Poder estar aqui trazendo essa qualidade de lazer a nossa população em meio à natureza nos faz acreditar que o ser humano, cada vez mais, necessita dessa estrutura para superar melhor os obstáculos do dia a dia”, enfatizou. A opinião de Edwaldo soma-se a dos freqüentadores do parque que estão satisfeitos com o Projeto que tem atraído quem passa por ali.
“Todo mundo que vem aqui deveria trazer uma poesia no bolso para colocar no varal. Eu mesma estive aqui na semana passada, levei uma poesia do varal embora, e hoje estou retornando para deixar uma poesia de Carlos Drummond de Andrade para que alguém a leve embora com muito carinho”, afirmou a pedagoga e dona de casa Elisete Passos Vieira, que imprimiu o poema “Canção Amiga”, de Drummond, para presentear algum visitante do Parque.
“O mundo precisa de poesia, e um trabalho como esse jamais pode passar despercebido”, afirmou a freqüentadora do parque, Eliana Cristina, que assiduamente está no local “Vamos fazer com que esse varal se torne tradicional a cada dia”, enfatizou ela “Perseverar por essa forma de comportamento é contribuir por um mundo melhor e mais humano”, completou.
Vale lembrar que este final de semana o público recebeu o carinho do escritor e trovador Nilton Manoel e o talento das contadoras de história Cassiana Freitas e Adriana Paim. “Meus filhos adoram vir aqui. Eles ficam à vontade, ouvem e interpretam as histórias e tiram suas conclusões do que ouviram”, admitiu a administradora de empresas Isis Soares, mãe de Bianca, de 8 anos, e David, de 6.“Todos os Parques em Ribeirão Preto deveriam ter esse projeto, mesmo os mais longe do Centro”, concluiu.
O Projeto do Instituto do Livro conta, todos os domingos, com o trabalho do superintendente Edwaldo Arantes, Rosangela Passeri, diretora administrativa; Ednéia Regina Souza Moraes, Naiara Maria Gomes Leite, Rayne Borges, Patrícia Souza Gomes, Ednéia Coutinho, Luciene Bidio, Victor de Carvalho. “Esse é um Ponto de Leitura e um ponto de encontro de todas as formas de manifestações culturais. Quero convidar a população para que esteja conosco neste projeto a Céu Aberto, que venha fazer exercícios e traga seus filhos para ouvir uma história, escolher um livro e levar um belo poema para a família que ficou em casa”, concluiu Edwaldo.
Outras novidades a serem implantadas: Café Filosófico com Escritores, Sarau Literário, entre outras.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
FNDE gasta R$ 880 milhões com didáticos
PublishNews - 03/09/2010 - Por Redação
Com recursos de R$ 880,2 milhões, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fez a aquisição de 135,6 milhões de exemplares de livros didáticos a serem usados por estudantes da educação básica pública a partir de 2011. Num investimento de R$ 151,4 milhões do FNDE, as obras serão distribuídas pelos Correios entre outubro e janeiro. A maior parte destina-se aos estudantes dos anos finais do ensino fundamental (sexto ao nono ano). Os do primeiro ao quinto ano contarão com títulos de reposição. Ao todo, o ensino fundamental terá 118,4 milhões de exemplares, no valor de R$ 700 milhões. O ensino médio vai receber 17 milhões de livros para reposição, em um investimento de R$ 180 milhões. Foram adquiridos 1.846 títulos diferentes para todo o país.
Com recursos de R$ 880,2 milhões, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fez a aquisição de 135,6 milhões de exemplares de livros didáticos a serem usados por estudantes da educação básica pública a partir de 2011. Num investimento de R$ 151,4 milhões do FNDE, as obras serão distribuídas pelos Correios entre outubro e janeiro. A maior parte destina-se aos estudantes dos anos finais do ensino fundamental (sexto ao nono ano). Os do primeiro ao quinto ano contarão com títulos de reposição. Ao todo, o ensino fundamental terá 118,4 milhões de exemplares, no valor de R$ 700 milhões. O ensino médio vai receber 17 milhões de livros para reposição, em um investimento de R$ 180 milhões. Foram adquiridos 1.846 títulos diferentes para todo o país.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Formação literária do professor: nunca é tarde para gostar de ler
Muitos professores brasileiros não tiveram a chance de construir uma história como leitores de literatura. Mas sempre é tempo de criar o hábito de leitura e também inspirar seus alunos
Elisa Meirelles (elisa.meirelles@abril.com.br). Com reportagem de toda a equipe de NOVA ESCOLA eNOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR
Por que ler
Como virar um leitor
Continue lendo:
O livro (e outras linguagens)
Estante
Elisa Meirelles (elisa.meirelles@abril.com.br). Com reportagem de toda a equipe de NOVA ESCOLA eNOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR
Você terminou de ler um romance. Chega à escola e corre para compartilhar a experiência com os colegas. Fala sobre os conflitos do personagem (sem entregar o fim da história, é claro) e comenta que já viveu vários dos questionamentos narrados na história - razão pela qual a trama prendeu a atenção do começo ao fim. Outro professor aproveita para dizer que já leu algo do mesmo autor - e a conversa continua, animada, até a hora de a aula começar.
"Um mesmo livro nunca é o mesmo para duas pessoas", já disse o poeta Ferreira Gullar. Essa experiência, ao mesmo tempo pessoal e coletiva, é tão rica porque nos permite entrar em contato com uma realidade diferente da nossa - e, graças a isso, (re)construir nossa própria história dia após dia.
Porém a realidade de grande parte dos docentes brasileiros está bem longe disso. Muitos não tiveram acesso a obras literárias em casa nem construíram práticas sociais de leitura (na Educação Básica e nos cursos de graduação universitária). "O professor médio brasileiro do ensino público teve pouco acesso e estímulo a ler. Por isso, conhece poucas obras de literatura contemporânea e clássica", afirma Zoara Failla, gerente executiva de projetos do Instituto Pró-Livro. Então, o que fazer para transformar essa pessoa que tem pouca familiaridade com a literatura em um agente disseminador de boas práticas leitoras? O mais importante é saber que nunca é tarde para se deixar encantar pela literatura e começar uma trajetória como leitor - ou, quem sabe, ampliar ainda mais os conhecimentos sobre os livros. Vamos nessa?
O leitor literário lê por razões variadas: rir, refletir, investigar, relembrar, chorar e até sentir medo. Lê porque mergulha no que autores e personagens pensam e sentem - no passado, presente ou futuro, em lugares distantes ou que nem sequer existem. Lê porque as narrativas literárias o ajudam a refletir sobre a vida e a construir significados para ela.
Como virar um leitor
Não existe um caminho único para se tornar um leitor literário. Você pode começar por textos simples do ponto de vista linguístico e depois passar para os mais complexos - ou iniciar por temas próximos e partir para os mais distantes. "E há os que preferem os grandes desafios desde o princípio porque sabem que eles têm algo a oferecer, nem que seja a estranheza", afirma Ana Flávia Alonço Castanho, selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10. Um bom caminho para alavancar o gosto pelos livros é procurar uma comunidade de leitores (podem ser os professores da escola, os amigos, os parentes - o importante é encontrar gente que goste de ler). Em Andar entre Livros, Teresa Colomer, professora de Literatura na Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, afirma que "ao compartilhar as impressões sobre uma leitura passamos a saber os significados que a obra tem para os outros, o que enriquece nosso repertório". Outra vantagem desse diálogo permanente é a troca de indicações de textos e autores.
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Biblioteca Virtual Ecofuturo
Visitar bibliotecas é participar do pensamento coletivo da humanidade
Uma seleção cuidadosa de artigos e livros dos maiores nomes da literatura nacional está à sua espera na Biblioteca Virtual Ecofuturo.
Lá você navega nas palavras de Daniel Piza, Bartolomeu Campos de Queirós e de muitos outros operários da palavra que sustenta.
Aproveite e fique por dentro do 2° Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade, um convite aos professores de todo o País para uma ampla reflexão sobre o tema Saber Cuidar.
A palavra que você procura está mais perto do que você imagina!
Você é o nosso convidado especial!
www.ecofuturo.org.br/bibliotecavirtual
Uma seleção cuidadosa de artigos e livros dos maiores nomes da literatura nacional está à sua espera na Biblioteca Virtual Ecofuturo.
Lá você navega nas palavras de Daniel Piza, Bartolomeu Campos de Queirós e de muitos outros operários da palavra que sustenta.
Aproveite e fique por dentro do 2° Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade, um convite aos professores de todo o País para uma ampla reflexão sobre o tema Saber Cuidar.
A palavra que você procura está mais perto do que você imagina!
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Minas é um dos estados que menos consome livros
Pesquisa do Ibope indica que mineiros gastam menos com livros que fluminenses, paulistas e amazonenses. Belo-horizontino perde feio para moradores de Senador José Bento e de Luisburgo
Fonte: DIVIRTA-SE, Portal UAI - 17/08/2010
Minas Gerais é um dos estados que menos consomem livros no Brasil, revela pesquisa do Ibope Inteligência. De acordo com o diretor de Geonegócios do instituto, Antônio Carlos Ruótolo, os números mostram que o estado está “mais alinhado com o Nordeste que com o Sudeste” em termos de leitura.
A pesquisa indicou que cada pessoa gasta R$ 14,40/ano com livros em Minas Gerais. A média brasileira é R$ 30/ano. A diferença fica ainda mais gritante quando o estado é comparado ao Rio de Janeiro. Anualmente, os fluminenses, campeões no Brasil, gastam R$ 67,03 com livros. A enquete foi feita de agosto de 2009 a janeiro deste ano e ouviu 19.456 pessoas em todos os estados do país.
Susto
“Catorze reais? Achei que era isso por mês!”, reagiu a administradora Ana Luisa Almeida ao ficar sabendo dos números do Ibope. Ela passou parte de seu domingo em uma livraria na capital mineira e destina R$ 300 aos livros por ano.
Em Belo Horizonte, o gasto médio da população com o produto é de R$ 25,32/ano, abaixo da média nacional. A capital fluminense vem em primeiro lugar: anualmente, cariocas destinam R$ 95,60 aos livros. Em seguida vêm os paulistanos (R$ 67,31) e os brasilienses (R$ 61,32).
Edésio de Souza, gerente da Livraria Leitura do Pátio Savassi, na Zona Sul da capital mineira, estranhou o resultado da enquete. De acordo com ele, sua loja vende R$ 400 mil em livros mensalmente. A unidade do BH Shopping supera esse valor. “Talvez o Ibope tenha feito a pesquisa no Vale do Jequitinhonha”, especula Souza. Entretanto, a enquete abrange toda a Minas Gerais. O estado, anualmente, gasta R$ 244,8 milhões com livros, informa o Ibope.
“O poder aquisitivo mineiro é menor”, observa Ernelson Alves Ribeiro, um dos funcionários da Leitura. “Os livros custam o mesmo que em São Paulo, mas o salário daqui é mais baixo. Por isso os mineiros compram menos”, especula ele.
AMAZONAS
A pesquisa do Ibope trouxe surpresas, além do baixo consumo de livros por parte dos mineiros. O Amazonas, por exemplo, está em quarto lugar no ranking: seus habitantes gastam R$ 39,55 por ano com o produto. No estado de São Paulo são adquiridos 38% dos livros do país. Em termos de gastos, paulistas ficaram em terceiro lugar (com R$ 47/ano), atrás do Rio de Janeiro (R$ 67,03/ano) e do Distrito Federal (R$ 61/ano).
Entre os cinco estados que menos gastam, o Piauí aparece em primeiro lugar. Seus habitantes desembolsam R$ 7,89 por ano com livros. Em seguida vêm Alagoas (R$ 8,65) e Sergipe (R$ 9,09). Pernambuco e Roraima quase empatam na quarta posição, com R$ 12,76 e R$ 12,92, respectivamente.
Senador José Bento brilhou
A pesquisa do Ibope mostrou que, em Minas Gerais, a população de pequenas cidades gasta mais que belo-horizontinos na hora de comprar livro. Senador José Bento, município sul-mineiro, tem 3 mil habitantes e lidera o ranking das aquisições no estado.
Os senabentenses não contam com emissora de rádio ou jornal próprio, a escola local oferece até o ensino médio, mas o cidadão do município destina R$ 34,38/ano aos livros. “Fico muito feliz em saber disso”, afirma Marileia Fernandes, secretária de Educação de Senador José Bento.
Entre os municípios que deixam os belo-horizontinos para trás estão Comendador Gomes (R$ 33,73/ano), Gonçalves (R$ 33,28), Luisburgo (R$ 29,43) e Pedra Bonita (R$ 28,72). Curiosamente, todas essas cidades têm menos de 7 mil habitantes e suas escolas oferecem até o nível médio.
Há municípios mineiros que apresentam gastos extremamente baixos com o produto. Juvenília tem pouco mais de 6 mil habitantes; cada um deles destina, em média, R$ 3,92 a livros por ano. Curral de Dentro, Padre Carvalho, Fronteira dos Vales e Divisa Alegre integram a lista das cidades que menos compram o produto no estado.
O Ibope credita o baixo gasto com livros em Minas Gerais à demanda reprimida. “Com exceção de algumas poucas regiões, Minas tem muitas cidades pequenas, que não contam com livrarias. A pessoa tem interesse de comprar, mas não pode. É um problema de distribuição”, afirma Antônio Carlos Ruótolo, diretor de Geonegócios do instituto. Curiosamente, o município de Senador José Bento, que lidera a lista dos melhores compradores, não tem livraria.
Veja os números da pesquisa
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Preços dos livros em queda
Boletim Livro Leitura - Edição nº 219 - 16 a 22/08/2010
Foi apresentada no último dia 10 pesquisa sobre o setor livreiro realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) com a coordenação da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (FIPE/ USP). Destaque para tendência de preços de queda e o aumento das vendas. Os dados divulgados no site da CBL mostram que “a venda de livros cresceu, em Reais, 4,3% e, em exemplares vendidos, 8,3%”. Também houve um aumento de 5% entre os lançamentos de títulos de autores nacionais.
Foi apresentada no último dia 10 pesquisa sobre o setor livreiro realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) com a coordenação da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (FIPE/ USP). Destaque para tendência de preços de queda e o aumento das vendas. Os dados divulgados no site da CBL mostram que “a venda de livros cresceu, em Reais, 4,3% e, em exemplares vendidos, 8,3%”. Também houve um aumento de 5% entre os lançamentos de títulos de autores nacionais.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Sai a lista do PNBE
PublishNews - 10/08/2010 - Por Redação
Foram divulgados ontem (9), no Diário Oficial da União, os cerca de 300 livros selecionados pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola – PNBE 2011. As obras escolhidas serão distribuídas às escolas públicas federais, das redes de ensino municipais e estaduais, que ofereçam os anos finais do ensino fundamental e/ou ensino médio. Foram contemplados livros de 111 editoras ou selos. Companhia das Letras, Comboio de Cordas e Boa Viagem lideram a lista. Se você não concordou com a não seleção de determinado título, pode mandar um ofício à Secretaria de Educação Básica – SEB/MEC pedindo o parecer. Agora, os editores que tiveram suas obras escolhidas serão convocados para a etapa de habilitação. Confira a lista.
Foram divulgados ontem (9), no Diário Oficial da União, os cerca de 300 livros selecionados pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola – PNBE 2011. As obras escolhidas serão distribuídas às escolas públicas federais, das redes de ensino municipais e estaduais, que ofereçam os anos finais do ensino fundamental e/ou ensino médio. Foram contemplados livros de 111 editoras ou selos. Companhia das Letras, Comboio de Cordas e Boa Viagem lideram a lista. Se você não concordou com a não seleção de determinado título, pode mandar um ofício à Secretaria de Educação Básica – SEB/MEC pedindo o parecer. Agora, os editores que tiveram suas obras escolhidas serão convocados para a etapa de habilitação. Confira a lista.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Pesquisa revela que os brasileiros estão lendo mais
Boletim Livro e Leitura Edição nº 217 - 02 a 08/08/2010
Pesquisa realizada pela Associação Nacional de Livrarias (ANL) aponta um aumento de 11% no número de livrarias brasileiras em relação ao que havia em 2006 e que os brasileiros estão agora lendo 1,9 livros por ano. Em depoimento ao jornal Bom Dia Brasil , daTV Globo , Vitor Tavares, presidente da ANL, diz que este índice ainda é muito baixo. “Ainda é 1,9 livro/ano lido por habitante ano. Isso é muito pouco e muito aquém de países latino-americanos. Na Argentina, se lê em torno de cinco. No Chile, três. Na Colômbia, se lê 2,5 livros por ano”, declara. O levantamento também mostra que os títulos infantis e juvenis são os mais vendidos e que a maioria das livrarias (56%) não faz vendas pela internet.
Pesquisa realizada pela Associação Nacional de Livrarias (ANL) aponta um aumento de 11% no número de livrarias brasileiras em relação ao que havia em 2006 e que os brasileiros estão agora lendo 1,9 livros por ano. Em depoimento ao jornal Bom Dia Brasil , daTV Globo , Vitor Tavares, presidente da ANL, diz que este índice ainda é muito baixo. “Ainda é 1,9 livro/ano lido por habitante ano. Isso é muito pouco e muito aquém de países latino-americanos. Na Argentina, se lê em torno de cinco. No Chile, três. Na Colômbia, se lê 2,5 livros por ano”, declara. O levantamento também mostra que os títulos infantis e juvenis são os mais vendidos e que a maioria das livrarias (56%) não faz vendas pela internet.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Bienal põe R$ 30 milhões para recuperar público jovem
Feira de livros investe no vampirismo e em artistas de TV para difundir o hábito da leitura e reverter queda de 9% na visitação
Folha de São Paulo - 03 de agosto de 2010
A 21ª Bienal Internacional do Livro, que acontece em São Paulo de 12 a 22 de agosto, terá a mais cara e extensa programação da história do evento para conquistar o público infantil e adolescente. O investimento total é de R$ 30 milhões para 1.100 horas de programação cultural.
Na última edição do evento (2008) foram gastos R$ 22 milhões para 684 horas. Realizada pela CBL (Câmara Brasileira do Livro), a feira aposta em mudanças após constatar uma queda de público de 9% em 2008. A principal delas foi a criação de um conselho curador.
"O papel do conselho foi criar uma programação em sintonia com o público e que criasse interesse pelo livro", diz Eduardo Mendes, diretor-executivo da CBL. Sintonia buscada, principalmente, com os jovens.
O primeiro dia de visitação aberta para o público (numa sexta-feira, 13) terá o vampirismo como assunto. Inspirado no sucesso da série "Crepúsculo", o Salão de Ideias, principal espaço da Bienal, terá decoração voltada ao tema.
Zé do Caixão e Dacre Stocker, sobrinho-bisneto de Bram, autor de "Drácula" (1897), estarão presentes. O Salão de Ideias ainda terá o norueguês Jostein Gaarder, autor de "O Mundo de Sofia", sucesso mundial entre o público jovem.
Feição mais pop também terá o Palco Literário, em que Regina Duarte e Nívea Stelmann, entre outros atores, farão leituras dramáticas. Outra novidade é um espaço dedicado à gastronomia.
"A ideia é mostrar que o livro está associado a outras formas de cultura", diz Mendes. Mais informações podem ser conferidas no site oficial www.bienaldolivrosp.com.br.
Folha de São Paulo - 03 de agosto de 2010
A 21ª Bienal Internacional do Livro, que acontece em São Paulo de 12 a 22 de agosto, terá a mais cara e extensa programação da história do evento para conquistar o público infantil e adolescente. O investimento total é de R$ 30 milhões para 1.100 horas de programação cultural.
Na última edição do evento (2008) foram gastos R$ 22 milhões para 684 horas. Realizada pela CBL (Câmara Brasileira do Livro), a feira aposta em mudanças após constatar uma queda de público de 9% em 2008. A principal delas foi a criação de um conselho curador.
"O papel do conselho foi criar uma programação em sintonia com o público e que criasse interesse pelo livro", diz Eduardo Mendes, diretor-executivo da CBL. Sintonia buscada, principalmente, com os jovens.
O primeiro dia de visitação aberta para o público (numa sexta-feira, 13) terá o vampirismo como assunto. Inspirado no sucesso da série "Crepúsculo", o Salão de Ideias, principal espaço da Bienal, terá decoração voltada ao tema.
Zé do Caixão e Dacre Stocker, sobrinho-bisneto de Bram, autor de "Drácula" (1897), estarão presentes. O Salão de Ideias ainda terá o norueguês Jostein Gaarder, autor de "O Mundo de Sofia", sucesso mundial entre o público jovem.
Feição mais pop também terá o Palco Literário, em que Regina Duarte e Nívea Stelmann, entre outros atores, farão leituras dramáticas. Outra novidade é um espaço dedicado à gastronomia.
"A ideia é mostrar que o livro está associado a outras formas de cultura", diz Mendes. Mais informações podem ser conferidas no site oficial www.bienaldolivrosp.com.br.
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Raimundo Carrero vence Prêmio SP de Literatura
Marcos Almeida - Folha de São Paulo, 03 de agosto, 2010
O escritor e jornalista pernambucano Raimundo Carrero foi o grande vencedor da segunda edição do Prêmio São Paulo de Literatura, entregue ontem no Museu da Língua Portuguesa.Seu romance "A Minha Alma É Irmã de Deus" (ed. Record) foi eleito o melhor livro de 2009. O autor dedicou o prêmio à mulher. "Vou dizer a frase mais falada da literatura: Marilena, eu te amo".
Carrero ganhou, em 2000, o Prêmio Jabuti por "As Sombrias Ruínas da Alma"; em 2008, foi finalista do Portugal Telecom, com "O Amor Não Tem Bons Sentimentos".Edney Silvestre, apresentador do "Espaço Aberto Literatura" (Globo News), foi escolhido o melhor autor estreante por "Se Eu Fechar os Olhos Agora" (ed. Record).
Cada um dos vencedores receberá R$ 200 mil, o maior valor pago a um prêmio literário no país. Ao todo, 217 romances foram inscritos para disputar o prêmio.
Concorriam na categoria melhor livro do ano dez autores, incluindo nomes consagrados como João Ubaldo Ribeiro ("O Albatroz Azul"; ed. Nova Fronteira), Chico Buarque ("Leite Derramado") e Bernardo Carvalho ("O Filho da Mãe"), os dois últimos pela Companhia das Letras.
Entre os finalistas em romance de estreia, estavam Ivana Arruda Leite ("Hotel Novo Mundo"; Editora 34), Lívia Sganzerla Jappe ("Cisão"; ed. 7 Letras).
O escritor e jornalista pernambucano Raimundo Carrero foi o grande vencedor da segunda edição do Prêmio São Paulo de Literatura, entregue ontem no Museu da Língua Portuguesa.Seu romance "A Minha Alma É Irmã de Deus" (ed. Record) foi eleito o melhor livro de 2009. O autor dedicou o prêmio à mulher. "Vou dizer a frase mais falada da literatura: Marilena, eu te amo".
Carrero ganhou, em 2000, o Prêmio Jabuti por "As Sombrias Ruínas da Alma"; em 2008, foi finalista do Portugal Telecom, com "O Amor Não Tem Bons Sentimentos".Edney Silvestre, apresentador do "Espaço Aberto Literatura" (Globo News), foi escolhido o melhor autor estreante por "Se Eu Fechar os Olhos Agora" (ed. Record).
Cada um dos vencedores receberá R$ 200 mil, o maior valor pago a um prêmio literário no país. Ao todo, 217 romances foram inscritos para disputar o prêmio.
Concorriam na categoria melhor livro do ano dez autores, incluindo nomes consagrados como João Ubaldo Ribeiro ("O Albatroz Azul"; ed. Nova Fronteira), Chico Buarque ("Leite Derramado") e Bernardo Carvalho ("O Filho da Mãe"), os dois últimos pela Companhia das Letras.
Entre os finalistas em romance de estreia, estavam Ivana Arruda Leite ("Hotel Novo Mundo"; Editora 34), Lívia Sganzerla Jappe ("Cisão"; ed. 7 Letras).
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sexta-feira, 30 de julho de 2010
Alunos trocam 74 toneladas de lixo reciclável por livros
Cerca de dez mil crianças do município demonstraram interesse pela leitura e conscientização ecológica, ao mesmo tempo.
Débora Kellner - O Correio do Povo - 30/07/2010
Durante os meses de abril e julho, estudantes das 32 escolas municipais levaram até as unidades de ensino 74.723 quilos de lixo. Os objetos foram trocados por livros, do Projeto Livro Livre. Pela participação na campanha, foram disponibilizados aos alunos 55 mil livros até agora.
Neste projeto, idealizado pelo Instituto Evoluir, de Blumenau, em parceria com a empresa Weg e com a Secretaria da Educação, o estudante leva, todo mês, pelo menos um quilo de material reciclável limpo para a escola e troca por um exemplar de livro. Ao final da campanha, previsto para dezembro, cada criança receberá dez livros de literatura infantil ou juvenil, cedidos pelo instituto. A Weg é responsável pelos custos de edição e tiragem dos exemplares.
A diretora de Ensino Fundamental, Sirley Maria Schappo, afirma que os organizadores do projeto estão satisfeitos com os primeiros resultados. “O resultado está acima das nossas expectativas. Esperávamos 50 toneladas e tivemos 24 a mais. Em termos de dinheiro não é muito, mas o impacto ambiental que isso vai gerar é muito importante”, explica.
A empresa Edepel Embalagem fica responsável por recolher e comprar os materiais recicláveis entregues nas escolas. No final do ano, todas as unidades de ensino envolvidas no projeto deverão enviar um relatório ao instituto informando a quantidade de material reciclável entregue pelos alunos, o número de livros distribuídos e qual o destino do dinheiro arrecadado.
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